quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Ler - despertar para novas realidades

"Ler - Despertar para novas realidades"

Inicialmente , poderá dizer-se que ler é uma janela com variados mundos com diversificados sentimentos que nos abre e colhe a alma. A verdade é que, apesar de nem todas as pessoas partilharem do mesmo sentimento pela leirura , há muitos que vêem em cada livro que folheiam diariamente uma fração ou até mesmo uma página da vida . Quantas vezes não se vê retratado nos livros que lê ? Talvez essas histórias sejam bem reais, ou puramente ficção. Isso só o próprio autor poderá responder.
Existem variados livros, com variados temas , várias histórias vividas e sofridas. Toda a informação contida no livro vem de alguém, que imaginou essa tal história que hoje poderá fazer diferença e, de certa forma, ajudar a pessoa , algures no mundo à sua própria maneira . Quem sabe ? Realmente , não sei se acontece a todas as pessoas que lêem livros, mas sempre me disseram que “ o livro nos abre novos mundos “. Mais tarde descobri que sim! É o despertar de novas realidades!... E agora ao ler , sinto que entro em novos mundos , novos caminhos com personagens bem reais que , por vezes , ajudam a tomar decisões na minha vida. Finalmente percebi , o quão importante é cada pedaço de papel , cada palavra , cada sentimento que se proporciona em cada livro que se lê.


Catarina Amado.
12ºF

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ler é viajar no tempo

Ler é viajar no tempo e no espaço.”

“Ler é viajar no tempo e no espaço.” – é certo que a leitura nos transporta para um mundo completamente diferente e distante daquele em que nos encontramos presentemente. Ora, acerca deste tema, entre outras, levantam-se duas questões: passar-se-á realmente assim com toda a gente? Que reações provoca nas pessoas a leitura de um bom livro? Irei responder-lhes de seguida.
Na minha opinião, toda a pessoa se sentirá transportada para um mundo à parte quando lê um livro, mesmo aquelas que dizem não ter gosto pela leitura. Porém, isto depende da história e género do livro que lê – são estes que irão influenciar no grau de interesse que o livro desperta na pessoa, havendo sempre algum que se lhe irá adequar. Quando encontrado esse livro – “o bom livro” -, fica-se envolvido por ele.
Isto leva-nos à resposta da segunda questão. Quando lemos um bom livro, damos connosco dentro da história. As reações são variadas, desde nos identificarmos com as personagens, até nos sentirmos como elas – rimos, choramos, e muito mais, com o desenlace da história, chegando até a aborrecermo-nos (quando queremos que a história avance para sabermos o que acontece a seguir, mas parece nunca mais chegar ao fim!).
É importante para todos ler, descobrir outros mundos – mesmo os que não existem para além da imaginação (principalmente esses!) -, outras sociedades e maneiras de pensar. Ler é uma das muitas maneiras de sonhar.


Inês Belo
12ºF Nº14

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

AMOR

AMOR


O Amor surge do coração,
Aparece pela direita
Quando olhamos para a esquerda.

O Amor é o sentimento
A que damos mais nomes.
Aqui contarei…
A história do nome, do meu amor:

Encontrei-me com uma desconhecida
Que se encontrou comigo,
Falei com ela
E ela tornou-se uma conhecida

Rapariga Amorosa que me enfeitiçou.
Rapariga Natural que me tirou a atenção.
Rapariga Amável que me fez sorrir.
Rapariga Serena que me trouxe paz.
Rapariga Tolerante para com as minhas palavras.
Rapariga Alegre que me faz feliz.
Rapariga Sábia que me deixa mudo.
Rapariga Interessante que me dá visão.
Rapariga Angelical que me ama.

Juntei a letra inicial
Destas imensas qualidades,
E apareceu o nome…
O nome do meu amor:

ANASTASIA…
É o nome do amor,
Que me ficou, com o coração.




Sempre que se faz algo pela segunda melhora-se sempre pormenores.
O poema só ficou melhor, porque agora amo-te ainda mais!”

Miguel Soares

Uma Dávida Maldita

– Tudo aquilo de que preciso para sobreviver encontra-se aqui. Aqui mesmo. Tenho ar nos pulmões, um lápis e uma folha de papel.
É como uma arte. Escrever é transmitir para o mundo o complexo quadro da nossa mente. Uma palavra é alma. Por vezes serve não tanto para exprimir pensamentos quanto para escondê-los. Escrever é amar a criação. Flutuar em mundos paralelos, em reflexos distorcidos e perfeitas ondas de fantasia. São esguichos de tinta que perscrutam cada entranha do nosso ser. Dificilmente – diria que impossivelmente - exorcizados da nossa mente, pois a sua essência entrelaça-se à nossa corrente sanguínea.
As palavras…
Profundos precipícios de mistério e verdades ocultas. Peças soltas de um puzzle infinito. Labirintos envolventes de novas dimensões. Mais perspicazes do que um espelho, as palavras são capazes de reflectir tanto a obscuridade como a pureza da nossa mente. Como entidades próprias, como folhas sopradas pelo vento, as palavras envolvem-nos numa ínfima melodia de inconstantes tons. Tons que ferem talvez mais do que a simples pronunciação de uma palavra. Como abelhas, as palavras deliciam-nos com o seu mel. Doce e saboroso. E como abelhas elas atraiçoam-nos com o seu ferrão. Penoso e atroz.
Palavras são uma dádiva. Pequenos troços dispersos no maravilhoso caos de que é feito o mundo. Formas que focalizam e prendem ideias, afiando pensamentos e pintando aguarelas de percepção. É uma dádiva saber usá-las, tanto na entoação do silêncio como perante uma multidão. Um dom que nem sempre precisará de ser partilhado mas, simplesmente, sentido. Como citou Leonardo da Vinci, as mais belas palavras de amor são pronunciadas no silêncio de um olhar.
As palavras são uma maldição. Por vezes mortais. Instigam ao ódio e ao caos. Espicaçam e penetram a sanidade do nosso subconsciente, corrompendo-o de trevas. As palavras podem ferir tanto ou mais que mil punhais. Devastam nações e adulteram a pureza da mente.
E no invólucro deste Universo, encontra-se um dos mais grandiosos talentos de todos: A verdadeira arte da conversação não é apenas dizer a coisa certa no momento certo como deixar por dizer a coisa errada num momento tentador.





Catarina Gil